MUNDO

ARK: MARAVILHAS DO INVERNO

E ai Engenhosos… Maravilha?
Falando de maravilha… Um ano se passou e aqui estamos nós… Novamente congelando no evento de natal do ARK: Maravilhas do Inverno. (mais…)

By | 23, 12, 2016|ARK, EVENTOS|0 Comentários

LANÇAMENTO OFICIAL

E ai Engenhosos… Beleza?
Hoje dia 23/12/16, lançamos oficialmente nosso servidor de ARK: Survival Evolved com o mapa The Island.
Segue abaixo nossas configurações atuais: (mais…)

By | 23, 12, 2016|ARK, INFORMAÇÕES|0 Comentários






By | 17, 12, 2016|MUNDO|0 Comentários

A corrida dos supercomputadores, Japão volta com tudo!


Supercomputador é um computador com altíssima velocidade de processamento e grande capacidade de memória. Tem aplicação em áreas de pesquisa que grande quantidade de processamento se faz necessária, como pesquisas militares, científica, química e medicina.

Não é novidade para ninguém que o desenvolvimento de um supercomputadores vem aumentando a cada ano. E agora, o Japão planeja voltar ao topo dessa corrida com o desenvolvimento de um novo supercomputador que vença o primeiro colocado atual.

d211503b4b6c7ae0e58bbdf22912903128bf4debCom uma capacidade de processamento de 130 petaflops, o que corresponde a cerca de 130 quadrilhões de operações por segundo, o projeto japonês planeja bater seus concorrentes até o final do ano que vem e será construído no campus de Kashiwa da Universidade de Tóquio, localizado a cerca de 40km da capital japonesa. O atual líder mundial, conhecido como Sunway TaihuLight, é um supercomputador chinês com 93 petaflops de processamento. A pouco tempo atrás o supercomputador Watson da IBM veio ao Brasil, sendo destaque de inúmeras notícias, e só para terem ideia da dimensão do projeto, Watson é capaz de atingir 36,8 petaflops – ou 36,8 quadrilhões de operações por segundo. Isso equivale a mais ou menos 1 milhão de PCs trabalhando em conjunto.

O National Institute of Advanced Industrial Science and Technology (AIST) do Japão não quer apenas criar o supercomputador mais rápido do mundo, mas também o mais eficiente. Para isso, busca um consumo de energia abaixo de 3 megawatts, um objetivo e tanto, uma vez que o supercomputador japonês mais bem colocado no atual top 500, o Oakforest-PACS, opera com um décimo da performance (13,6 petaflops) com o mesmo gasto de energia. Já o chinês TaihuLight, que lidera o top 500, consome mais de 15 MW.

Vale lembrar que desde de 2011 o Japão não está no topo do ranking de supercomputadores. No mesmo ano eles haviam desenvolvido o K Computer, com 8,2 quadrilhões de cálculos por segundo (o equivalente ao mesmo número em petaflops), localizado no Instituto Avançado Riken de Ciência da Computação, na cidade de Kobe.

O instituto japonês também busca uma efetividade (a proporção do consumo total de energia, incluindo desde o exigido para resfriamento até a energia consumida pelos aparelhos computacionais) abaixo de 1.1. Esse é um valor PUE (potência elétrica total consumida pelo sistema) alcançado apenas pelos data centers mais eficientes do mundo.

O AIST planeja usar resfriamento líquido, uma técnica que também é utilizada pela companhia francesa Atos no seu design de supercomputador para a French Alternative Energies and Atomic Energy Commission (CEA). A Atos busca desempenho de 1 exaflop, mas não terá o computador pronto até 2020, enquanto que o Japão planeja ter sua máquina finalizada daqui um ano.

Enquanto outros países aperfeiçoaram seus principais supercomputadores para cálculos como modelação atmosférica ou simulações de armas nucleares, o instituto japonês está de olho em aplicações de aprendizado de máquina e deep learning no campo cada vez maior da inteligência artificial (IA) com o novo supercomputador.

O projeto do Japão carrega o nome de AI Bridging Cloud Infrastructure (ABCI), e tem a intenção de ser usado por startups, usuários já existentes de supercomputadores na indústria e acadêmicos, segundo um documento publicado pela AIST neste mês.

 

 

Fonte(s):
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2016/11/japao-planeja-supercomputador-para-retomar-ponta-em-tecnologia.html
http://computerworld.com.br/japao-prepara-supercomputador-para-2017-com-foco-em-eficiencia
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magens de Divulgação

By | 30, 11, 2016|EDUCAÇÃO, NOTÍCIAS|0 Comentários

Vantablack, saiba tudo sobre o material mais escuro já feito!

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Vantablack, cujo o nome vem de Vertically Aligned NanoTube Arrays (Conjunto de Nanotubos Verticalmente Alinhados), é um material desenvolvido pela empresa britânica Surrey NanoSystems. Em sua desenvoltura atual, Vantablack pode ter uma escuridão comparada ao vácuo do espaço ou até mesmo a luz negra emitida por um buraco negro.

Falando sobre a parte técnica do material, a cor, como nós humanos conhecemos, é o resultado da luz refletida fora de um objeto em iteração com os nossos olhos. Diferentes frequências de luz traduzem em cores diferentes. Vantablack não é uma cor, mas sim um material. É feito de uma “floresta” de carbono minúsculos, nanotubos ocos, onde cada um tem a largura de um átomo. Quando a luz atinge Vantablack, em vez de saltar e refletir, ele fica presa e é continuamente desviado entre os tubos, eventualmente sendo absorvida em dissipação de calor.

j56kj54Os níveis de gases e precipitação de partículas de Vantablack são extremamente baixos. Os altos níveis de substâncias dos materiais semelhantes no passado tinham impedido a sua utilidade comercial. Vantablack também tem maior resistência a vibrações mecânicas e tem maior estabilidade térmica. Embora Vantablack tenha uma espécie de olhar macio, aveludado, estas características não traduzem a sensação física verdadeira. Quando você toca Vantablack, parece que uma superfície lisa. Isso é porque os nanotubos são tão pequenos e finos, e podem simplesmente entrar em colapso sob o peso do toque humano, o que torna o material muito suscetível a danos físicos. Porém, embora seja sensível a toques, o material é extremamente resistente a outros tipos de forças que podem agir contra o mesmo, como choques ou vibrações.

Vantablack foi uma melhoria sobre substâncias similares anteriores desenvolvidas. Vantablack absorve 99.965% de luz visível. Além disso, este novo material pode ser criado a 400 ° C (752 ° F). A algum tempo, a NASA havia desenvolvido uma substância similar que poderia ser cultivada a 750 ° C (1.380 ° F). Vantablack pode ser cultivada em materiais que não podem suportar temperaturas mais altas.

O material já foi produzido a algum tempo, porém ainda não é tão conhecido e utilizado entre produtos de uso domésticos. Suas aplicações atualmente são limitadas a aplicações em telescópios, câmeras astronômicas e sistemas de digitalização de infravermelho, uma vez que tem “níveis praticamente indetectáveis de liberação de gases e precipitação de partículas”, que podem contaminar os geradores de imagens sensíveis. Além de usos militares que não podem ser citados pelo fabricante.

Uma das coisas que devem estar se perguntando é: “Ok, mas eu posso comprar e utilizar em casa?”. E a resposta é não, você não pode. Em questionamento direto com a empresa, foi explicado que o motivo do mesmo é a alta complexidade de desenvolvimento do material que é desenvolvido e deve ser cultivado exclusivamente em laboratório. Outro motivo citado foi o valor do mesmo, que poderia ultrapassar o facilmente o valor do ouro ou até mesmo do diamante!

 

Fonte(s):
http://mentalfloss.com/article/77190/6-facts-about-vantablack-darkest-material-ever-made
https://en.wikipedia.org/wiki/Vantablack
http://www.businessinsider.com/vantablack-blackest-darkest-material-2016-3
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magens de divulgação

By | 15, 11, 2016|EDUCAÇÃO, NOTÍCIAS|0 Comentários